Mandada reconstruir em 1652, por Pedro de Aguiar e sua mulher, passou, a partir da sua morte, a servir ao Convento da Imaculada Conceição, 1727. No interior, merecem especial atenção os azulejos parietais da autoria de Policarpo de Oliveira Bernardes e, sobretudo, o extraordinário púlpito, obram de Marceliano de Araújo, 1740-50.
