Media Category: Museu Nogueira da Silva
O salão nobre com tapeçarias Aubusson do séc. XVII, móveis do séc. XVIII, um móvel português do séc. XVII e alguma pintura portuguesa de várias épocas tem acesso directo ao jardim. inspirado nos jardins franceses com painéis de azulejos holandeses do séc. XVIII, painéis e escultura cerâmica de Jorge Barradas e duas fontes barroca e rocaille; e um retábulo de Pedro Alexandrino.
Detalhe “Senhora da Meia Laranja”, pintura da Renascença Flamenga do séc. XVI.
A sala das porcelanas possui um importante conjunto de porcelana de encomenda da China de exportação para a Europa. A porcelana, material que nos fascina pelo brilho translúcido, leveza e toque deve-se à China, uma das mais requintadas civilizações.
O Museu Nogueira da Silva foi criado a partir de um legado feito à Universidade do Minho, em 1975, pelo Senhor António Augusto Nogueira da Silva. A doação inclui, além das colecções, um edifício concluído nos anos sessenta do séc. XX, da autoria do arquitecto Rodrigues Lima.
Átrio do rés-do-chão com uma grande Ceia de Cristo, de André Gonçalves, único quadro deste Pintor régio, no norte do país. Ao lado da escadaria, marcada pelo aspecto social a que se destinava a casa, um conjunto de taças “matarbanas” usadas no transporte de líquidos vindos do Oriente.
Museu Nogueira da Silva
O Museu deve a sua fundação ao legado, feito em Setembro de 1975, a favor da Universidade do Minho por António Augusto Nogueira da Silva. Originário de uma família bracarense, desenvolveu uma actividade filantrópica pelo que foi distinguido com várias ordens honoríficas. O edifício é da autoria do Arquitecto Raul Rodrigues Lima. O museu possui uma colecção variada de pintura, escultura e artes decorativas. Dispõe de sala de exposições e desenvolve diversificada actividade cultural.
Na Galeria da Universidade, instalada nas antigas garagens da casa, realizam-se exposições temporárias com uma programação contínua de exposições de pintura, fotografia, escultura, joalharia e outras formas de arte e onde regularmente se mostram as colecções do Museu por temas ou em diferentes contextos expositivos. Aberta desde o início dos anos oitenta tornou-se uma referência na divulgação de arte contemporânea.
Na “Recâmara”, nome atribuído a esta sala em homenagem aos antigos espaços museológicos, em virtude da heterogeneidade dos objectos, reuniu-se um conjunto de marfins europeus, japoneses, luso-orientais e hispano-filipinos, além de um conjunto de pratas de uso civil e litúrgico dos sécs. XVI a XX e dois pares de presas de elefante.









