Igreja dos Terceiros (Ordem Terceira de São Francisco)

A sua construção deve ter tido início em 1690 e terminado em 1733. No projecto intervieram vários mestres arquitectos, principalmente Pascoal Fernandes, Domingos Moreira, Manuel Nogueira e Manuel Fernandes da Silva. Em 1781 procedeu-se à substituição do recheio da igreja. Muitos dos retábulos, púlpitos, sanefas e frontais têm o desenho de Carlos Amarante e André António da Cunha.

Torre de Menagem

Torre do antigo castelo da cidade, foi mandada construir em 1378 por D. Fernando para defesa de Braga. Serviu, até aos princípio do século XX, de prisão. Até ao século XIX ainda era conhecida pela “cadeia”. Da velha cintura de muralha que guardava a cidade medieval, reconstruída por D. Dinis e D. Fernando, apenas restam algumas torres e duas portas: a famosa Torre de Menagem e as Torres do Campo das Hortas, das Carvalheiras e de S. Tiago (esta transformada em capela sob o traço de André Soares, em 1756-59); e as portas de S. Tiago (medieval), da rua do Souto, chamada Arco da Porta Nova, aberta em 1512 e reedificada em 1773, sob o desenho de André Soares.

Santuário do Sameiro

O maior centro de peregrinação do Norte e o segundo de Portugal. Ocupa uma posição soberba de miradouro. Iniciada a devoção em 1869, começou a construir-se , em 1873, a capela que viria a transformar-se na actual igreja.

Arco da Porta Nova

Verdadeiro “ex-libris” da cidade, construído no século XVIII, por ordem de D. José de Bragança, para substituir a porta demolida das antigas muralhas. Da velha cintura de muralha que guardava a cidade medieval, reconstruída por D. Dinis e D. Fernando, apenas restam algumas torres e duas portas: a famosa Torre de Menagem e as Torres do Campo das Hortas, das Carvalheiras e de S. Tiago (esta transformada em capela sob o traço de André Soares, em 1756-59); e as portas de S. Tiago (medieval), da rua do Souto, chamada Arco da Porta Nova, aberta em 1512 e reedificada em 1773, sob o desenho de André Soares.

Casa dos Paivas ou da Roda

De origem quinhentista, foi alugada pela Câmara Municipal de Braga em 1897 para aí instalar o Hospital dos Expostos. Foi reedificada pelos serviços camarários em 1989, tendo-se salvado a fachada da casa.

Igreja de São Vicente

Uma das mais antigas igrejas da cidade – fundada no século VII – foi inteiramente reconstruída em 1691. A decoração da frontaria é análoga à de algumas igrejas espanholas de Valhadolid (Pasion), Salamanca (Trinidad) e Santiago de Compostela (S. Martín Pinario).

Igreja da Misericórdia

Igreja de fachada renascentista, erecta em 1562, é uma das notáveis da cidade. E muito notável a talha barroca do altar-mór, da autoria de Marceliano da Araújo (1734-1739) e os arcazes da sacristia, de Agostinho Marques (1699).

Classificada como Munumento Nacional, é o mais importante e complexo monumento de Braga. Começando por ser uma importante igreja, como convinha à sede do mais importante arcebispado peninsular, logo no século XII foi acrescida uma bela porta românica, Porta do Sol. No século XIV são-lhe acrescidas as duas Capelas exteriores de S Geraldo, da Glória (onde se encontra o túmulo de D. Gonçalo Pereira, um dos mais belos túmulos góticos do país e a dos Reis (assim chamada por nela estarem os túmulos de D. Henrique e D. Teresa, obra de Nicolau Chanterenne). Gótica ainda, mas já dos finais do século XV, é a bela galilé. No século XVI, D. Diogo de Sousa remodela totalmente a Capela-mor, manda fazer a Pia Batismal.